sábado, 13 de setembro de 2014

Órgãos esperam comunicado da SEEC para fazer reordenamento


Os órgãos da administração estadual que estão com professores cedidos da secretaria de Estado da Educação e da Cultura (SEEC) ainda não definiram como vão viabilizar o retorno destes servidores ao local de trabalho de origem. Algumas instituições esperam a comunicação oficial por parte da SEEC para determinar o reordenamento. De acordo com a secretaria e com a recomendação expedida, no último dia 5, pelo promotor da Educação, Raimundo Caio dos Santos, pelo menos 724 professores estão cedidos ou à disposição de outros órgãos ou instituições públicas.

A maior parte destes servidores está cedida à secretaria de Estado da Justiça e da Cidadania (Sejuc). São 186 professores à disposição da secretaria, o que representa 25,82% do contingente convocado para retorno à SEEC. Além destes, a Sejuc abriga mais 49 servidores da Educação, o que totaliza 235 profissionais cedidos. Segundo a assessoria da Sejuc, a maioria destes presta serviço junto à Central do Cidadão.

No fim da manhã de ontem, dia 12, a assessoria informou ainda que a Sejuc não havia sido notificada oficialmente de qualquer decisão. Contudo, o secretário de Justiça, Júlio César de Queiroz, informou que será feito um levantamento para analisar as consequências desse retorno dos servidores e que qualquer providência será negociada diretamente com a secretaria de Educação”, avisou.

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (AL/RN) é o segundo órgão com o maior número de professores cedidos pela SEEC. Segundo a secretaria, são 105 profissionais à disposição do Poder Legislativo. A assessoria da AL/RN informou que vai analisar a lista com os nomes dos professores para identificar onde cada um está lotado. Segundo Rubens Lemos, da assessoria de imprensa da Casa, os professores devem estar, em sua maioria, no Instituto do Legislativo Potiguar (ILP).

“Essa é uma percepção minha. Na próxima segunda-feira, teremos o levantamento preciso sobre esse assunto e o posicionamento oficial da Assembleia”, contou.

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